quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Uma geração "nem-nem"

 Uma geração “nem-nem” 

 Às 10h, eles mal acabaram de acordar; às 14h, sentam-se à mesa para saborear a comidinha da mamãe; no fim da tarde, estão na lan house mais próxima; e, lá pelas 22h, se produzem para encarar a balada sem hora para terminar. No meio dessa maratona, ainda encontram tempo para perambular por shoppings, encontrar os amigos, ficar horas falando ao celular ou de olhos grudados no videogame.(...) Apelidada pelos especialistas em comportamento de “geração nem-nem”, essa turma cresce e aparece nas pesquisas do IBGE como aquela que nem trabalha nem estuda e tampouco participa das tarefas domésticas. 


Planilha- Orçamento Doméstico

Olá aluno(a)s.
Estou disponibilizando a segunda planilha de gastos domésticos para download, como foi explicado em sala de aula.Faça essa atividade com os pais/responsáveis.
Vale lembrar que o objetivo dessas aulas é apresentar as pessoas informações sobre o planejamento financeiro pessoal, orçamento doméstico, além de outros temas que descrevem ao jovem sobre a importância de se adquiri sobre a educação financeira.
Até mais, 

Prof. Leandro Baia
Planilha-Orçamento Doméstico

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Atividade [Educação Financeira]

Olá alunos(as)
Segue o link para realizarem download da planilha de controle financeiro. Irei explicar o uso dessa planilha na aula de hoje com os alunos 8ºB e 8ºC.
Até mais.
Prof. Leandro Baia

Planilha de Controle Financeiro

Educação Financeira

A educação financeira também pode ser trabalhada de forma interdisciplinar pelos professores do ensino fundamental e médio, inclusive em disciplinas de humanas.
"A educação financeira não precisa ser uma matéria. Ela pode ser desenvolvida em sala de aula pelos professores de qualquer disciplina", analisa Silvia Morais.
Nas aulas de geografia, por exemplo, o tema  pode ser ensinado por meio dos conceitos de blocos econômicos, importações e exportações, IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), PIB (Produto Interno Bruto), crescimento econômico e desemprego estrutural.Em história, os docentes podem trabalhar a contextualização da função do dinheiro na sociedade; em biologia, noções de sustentabilidade, desenvolvimento econômico versus impactos ambientais. Já em sociologia, pode-se abranger a noção de espaço público.
O objetivo desse projeto que será desenvolvido no Colégio PanTerra que os alunos aprendam a lidar com o dinheiro já nas séries iniciais e que desenvolvem uma visão do que eles gastam e o que eles podem poupar, mesmo ainda não tendo uma renda fixa.




terça-feira, 9 de setembro de 2014

Educação: até quando o Brasil vai jogar essa palavra no lixo?




Lya Luft
"Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?
De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.
Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.
Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.
Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?
Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir a escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada."

Voltando a ativa

Depois de um longo tempo sem utiliza-lo, voltarei a escrever novas matérias e divulgar lista de exercícios para aqueles que queriam praticar matemática.

Até mais,
Prof. Leandro Baia

domingo, 4 de dezembro de 2011

...Só Alguns Minutos...: #12

...Só Alguns Minutos...: #12: Mesmo assim... A cada dia que passa A vontade que se tem de voar diminui Me sinto tão bem aqui embaixo Tem sido tão seguro... Enxerg...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

De uma descontraída e aplicativa.

Qual assunto você gostaria de ver em um blog de matemática? E, como você gostaria que ele fosse abordado? Deixe-nos seu comentário dando a sua opinião.


Aguardo comentários.

Prof. Leandro Baia

Trabalho de Física - 1º Lei de Ohm

Aos alunos da Escola Estadual Moacyr de Campos.
Está disponível para download o trabalho de física.
Bons estudos.
Até mais,
Prof. Leandro Baia

Link para download: Primeira Lei de Ohm

Colégio Vidal - 8ºano

Olá, alunos.
O material de apoio do oitavo ano, do Colégio Vidal, está disponível para download.Clique no link abaixo. O tema da atividade é: Sistemas de equações do 1ºgrau com duas variáveis.
Bons estudos.
Até mais,
Prof. Leandro Baia

Link para download
Sistema de 1.grau com duas variáveis

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Escola Estadual Professor Moacir de Campos

Olá,
Será postado futuramente tema do  trabalho de física geral III para turma do ensino médio(período matutino).
O trabalho valerá 10,0 ( dez ) pontos e será somado com a avaliação bimestral que será aplicada no mês de novembro.
Maiores detalhes sobre esse trabalho , na aula 25 de outubro de 2011

Até mais,

Prof. Leandro Baia

Colégio Vidal

Bom dia, alunos.

Segue a lista de atividade complementar e método de resolução para equações para Turma : 7ºano.Caso haja interesse do aluno.
Até mais,

Prof. Leandro Baia

Isolando uma incógnita

Eliminação de parênteses

Eliminação de denominadores

Atividade Complementar Turma: 7ºano

Colégio Vidal

Bom Dia, alunos.

Estou disponibilizando a lista de atividade complementar para o apoio pedagógico para a Turma do 6º ano. Caso haja interesse poderá imprimi-la.
Qualquer dúvida entrar em contato com o endereço eletrônico: prof.baia@oi.com.br
Até mais,

Prof. Leandro Baia

Atividade complementar ( Apoio pedagógico ) Turma: 6ºano

segunda-feira, 28 de março de 2011

Qual a função de uma Avaliação Escolar?

Durante muito tempo, a avaliação foi usada como instrumento para classificar e rotular os alunos entre os bons, os que dão trabalho e os que não têm jeito. A prova bimestral, por exemplo, servia como uma ameaça à turma. Felizmente, esse modelo ficou ultrapassado e, atualmente, a avaliação é vista como uma das mais importantes ferramentas à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola: fazer todos os estudantes avançarem. Ou seja, o importante hoje é encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado da garotada e oferecer alternativas para uma evolução mais segura. 

Mas como não sofrer com esse aspecto tão importante do dia-a-dia? Antes de mais nada, é preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém elementos que melhor se adaptam a cada situação didática. Observar, aplicar provas, solicitar redações e anotar o desempenho dos alunos durante um seminário são apenas alguns dos jeitos de avaliar (veja uma tabela com os instrumentos mais comuns, reunidos pela pedagoga Ilza Martins Sant'Anna e a consultora Heloisa Cerri Ramos). E todos podem ser usados em sala de aula, conforme a intenção do trabalho. Os especialistas, aliás, dizem que o ideal é mesclá-los, adaptando-os não apenas aos objetivos do educador mas também às necessidades (e à realidade) de cada turma. 

"A avaliação deve ser encarada como reorientação para uma aprendizagem melhor e para a melhoria do sistema de ensino", resume Mere Abramowicz, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Daí a importância de pensar e planejar muito antes de propor um debate ou um trabalho em grupo. É por isso que, no limite, você pode adotar, por sua conta, modelos próprios de avaliar os estudantes, como explica Mere. "Felizmente, existem educadores que conseguem colocar em prática suas propostas, às vezes até transgredindo uma sistemática tradicional. Em qualquer processo de avaliação da aprendizagem, há um foco no individual e no coletivo. 

Mas é preciso levar em consideração que os dois protagonistas são o professor e o aluno - o primeiro tem de identificar exatamente o que quer e o segundo, se colocar como parceiro." É por isso, diz ela, que a negociação adquire importância ainda maior. Em outras palavras, discutir os critérios de avaliação de forma coletiva sempre ajuda a obter resultados melhores para todos. "Cabe ao professor listar os conteúdos realmente importantes, informá-los aos alunos e evitar mudanças sem necessidade", completa Léa Depresbiteris, especialista em Tecnologia Educacional e Psicologia Escolar. 

Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, lembra que a boa avaliação envolve três passos: 
- Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico); 
- Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação); 
- Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa). 

"Seja pontual ou contínua, a avaliação só faz sentido quando leva ao desenvolvimento do educando", afirma Luckesi. Ou seja, só se deve avaliar aquilo que foi ensinado. Não adianta exigir que um grupo não orientado sobre a apresentação de seminários se saia bem nesse modelo. E é inviável exigir que a garotada realize uma pesquisa (na biblioteca ou na internet) se você não mostrar como fazer. Da mesma forma, ao escolher o circo como tema, é preciso encontrar formas eficazes de abordá-lo se não houver trupes na cidade e as crianças nunca tiverem visto um espetáculo circense.


Mere destaca ainda que a avaliação sempre esteve relacionada com o poder, na medida em que oferece ao professor a possibilidade de controlar a turma. "No modelo tecnicista, que privilegia a atribuição de notas e a classificação dos estudantes, ela é ameaçadora, uma arma. Vira instrumento de poder e dominação, capaz de despertar o medo." O fato, segundo ela, é que muitos educadores viveram esse tipo de experiência ao frequentar a escola e, por isso, alguns têm dificuldade para agir de outra forma.

Para Mere, essa marca negativa da avaliação vem sendo modificada à medida que melhora a formação docente e o professor passa a ver mais sentido em novos modelos. Só assim o fracasso dos jovens deixa de ser encarado como uma deficiência e se torna um desafio para quem não aceita deixar ninguém para trás.
Como apresentar os resultados
Observar, anotar, replanejar, envolver todos os alunos nas atividades de classe, fazer uma avaliação precisa e abrangente. E agora, o que fazer com os resultados? Segundo os especialistas, a avaliação interessa a quatro públicos:

- ao aluno, que tem o direito de conhecer o próprio processo de aprendizagem para se empenhar na superação das necessidades;

- aos pais, corresponsáveis pela Educação dos filhos e por parte significativa dos estímulos que eles recebem;

- ao professor, que precisa constantemente avaliar a própria prática de sala de aula;

- à equipe docente, que deve garantir continuidade e coerência no percurso escolar de todos os estudantes.

Cipriano Luckesi diz que, "enquanto é avaliado, o educando expõe sua capacidade de raciocinar". Essa é a razão pela qual todas as atividades avaliadas devem ser devolvidas aos autores com os respectivos comentários. Cuidado, porém, com o uso da caneta vermelha. Especialistas argumentam que ela pode constranger a garotada. Da mesma forma, encher o trabalho de anotações pode significar desrespeito. Tente ser discreto. Faça as considerações à parte ou use lápis, ok? 

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Procurei vários significados ..mas,  podemos chegar em em várias conclusões.

1- Avaliar a didática como professor.

2- Saber o nível de aprendizagem do aluno . ( O que realmente ele aprendeu em sala de aula ).

3- Avaliar o cidadão perante aos desafios em durante o seu processo de aprendizagem , preparando-o para o futuro.

4- Avaliar o nível de ensino nacional.


Deixe seu comentário .... e coloque sua opinião sobre a função de uma avaliação escolar ...
Participe.

Obrigado. Prof. Leandro Baia

Alunos do 3º F e 3º G

Boa Tarde.

Para aos alunos do 3ºF e G segue a lista de atividades , que será somado com a nota da avaliação mensal e dividido por dois.

Observação: Entrega da lista até o dia 15/04/2011. ( individual ).

Até mais, Prof. Leandro Baia

Lista de Exercícios de Estatística

sábado, 26 de março de 2011

Avaliação de Física - Conceitos de Movimentos

Olá,
Segue a prova aplicada para os alunos do colégio São Luís do Maranhão 1ºA , na segunda feira ( 21/03/2011).
Até mais,

AVALIAÇÃO DE FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I

Prof. Leandro Baia

Avaliação Aplicada 25/03/2011

Olá,
Conforme foi prometido segue a avaliação aplicada aos alunos 3º F e G  , da escola Estadual Joaquim de Braga de Paula, na sexta-feira. ( 25/03/2011).

Até mais,

Prof. Leandro Baia


Avaliação de Estatística

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Colégio São Luís do Maranhão - 3º ano - Física

Eletrização


Segue um vídeos sobre conceitos de eletrização.
Até mais, Prof. Leandro Baia

Eletrização



PESQUISA  COMPLEMENTAR 

Pesquisar outros meios de eletrização por contato no dia-a-dia , explicando esse fenômeno.
Pesquisa: até duas pessoas ; data da entrega: 04/03/2011


Eletrização por atrito no dia-a-dia.


Os veículos em movimento se eletrizam por atrito com o ar atmosférico. Por isso, quando uma pessoa desce de automóvel, ao tocar na lataria, pode levar um pequeno choque devido ao escoamento de cargas elétricas para a terra, através de seu corpo. É mais comum isso ocorrer em lugares onde o clima é seco, pois o excesso de umidade do ar o torna um condutor, e toda a carga elétrica que se acumula no automóvel escoa imediatamente para o meio ambiente.
Muitas vezes nós nos eletrizamos por atrito com o estofamento do carro. Se, ao descermos , encostarmos a mão na lataria do automóvel, a carga elétrica do nosso corpo escoará para ela  e sentiremos um leve choque.

Números inteiros

Alunos, do Colégio Estadual Pilar Garcia Vidal, Dona, segue alguns vídeos sobre números positivos e negativos.
Números positivos e negativos