Olá, alunos
Segue a atividade de matemática para o apoio pedagógico.
Até, mais,
Leandro Baia
Atividade do sexto ano 26/10/2011
Atividade do sétimo ano - 25/10/2011
Atividade oitavo ano 27/10/2011
O mundo de hoje não é igual ao de ontem. Os alunos de agora pensam diferente de quando nós professores éramos alunos. As possibilidades se multiplicaram, as fontes de consulta se digitalizaram, os motivos de se cursar uma faculdade se transformaram. O intuito desse blog é apresentar aos alunos, um conteúdo possível à compreensão e assimilação, possibilitando homogenizar turmas.
Mostrando postagens com marcador 6º anos. Mostrar todas as postagens
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domingo, 23 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Colégio Vidal
Bom Dia, alunos.
Estou disponibilizando a lista de atividade complementar para o apoio pedagógico para a Turma do 6º ano. Caso haja interesse poderá imprimi-la.
Qualquer dúvida entrar em contato com o endereço eletrônico: prof.baia@oi.com.br
Até mais,
Prof. Leandro Baia
Atividade complementar ( Apoio pedagógico ) Turma: 6ºano
Estou disponibilizando a lista de atividade complementar para o apoio pedagógico para a Turma do 6º ano. Caso haja interesse poderá imprimi-la.
Qualquer dúvida entrar em contato com o endereço eletrônico: prof.baia@oi.com.br
Até mais,
Prof. Leandro Baia
Atividade complementar ( Apoio pedagógico ) Turma: 6ºano
segunda-feira, 28 de março de 2011
Qual a função de uma Avaliação Escolar?
Durante muito tempo, a avaliação foi usada como instrumento para classificar e rotular os alunos entre os bons, os que dão trabalho e os que não têm jeito. A prova bimestral, por exemplo, servia como uma ameaça à turma. Felizmente, esse modelo ficou ultrapassado e, atualmente, a avaliação é vista como uma das mais importantes ferramentas à disposição dos professores para alcançar o principal objetivo da escola: fazer todos os estudantes avançarem. Ou seja, o importante hoje é encontrar caminhos para medir a qualidade do aprendizado da garotada e oferecer alternativas para uma evolução mais segura.
Mas como não sofrer com esse aspecto tão importante do dia-a-dia? Antes de mais nada, é preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém elementos que melhor se adaptam a cada situação didática. Observar, aplicar provas, solicitar redações e anotar o desempenho dos alunos durante um seminário são apenas alguns dos jeitos de avaliar (veja uma tabela com os instrumentos mais comuns, reunidos pela pedagoga Ilza Martins Sant'Anna e a consultora Heloisa Cerri Ramos). E todos podem ser usados em sala de aula, conforme a intenção do trabalho. Os especialistas, aliás, dizem que o ideal é mesclá-los, adaptando-os não apenas aos objetivos do educador mas também às necessidades (e à realidade) de cada turma.
"A avaliação deve ser encarada como reorientação para uma aprendizagem melhor e para a melhoria do sistema de ensino", resume Mere Abramowicz, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Daí a importância de pensar e planejar muito antes de propor um debate ou um trabalho em grupo. É por isso que, no limite, você pode adotar, por sua conta, modelos próprios de avaliar os estudantes, como explica Mere. "Felizmente, existem educadores que conseguem colocar em prática suas propostas, às vezes até transgredindo uma sistemática tradicional. Em qualquer processo de avaliação da aprendizagem, há um foco no individual e no coletivo.
Mas é preciso levar em consideração que os dois protagonistas são o professor e o aluno - o primeiro tem de identificar exatamente o que quer e o segundo, se colocar como parceiro." É por isso, diz ela, que a negociação adquire importância ainda maior. Em outras palavras, discutir os critérios de avaliação de forma coletiva sempre ajuda a obter resultados melhores para todos. "Cabe ao professor listar os conteúdos realmente importantes, informá-los aos alunos e evitar mudanças sem necessidade", completa Léa Depresbiteris, especialista em Tecnologia Educacional e Psicologia Escolar.
Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, lembra que a boa avaliação envolve três passos:
- Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);
- Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);
- Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).
"Seja pontual ou contínua, a avaliação só faz sentido quando leva ao desenvolvimento do educando", afirma Luckesi. Ou seja, só se deve avaliar aquilo que foi ensinado. Não adianta exigir que um grupo não orientado sobre a apresentação de seminários se saia bem nesse modelo. E é inviável exigir que a garotada realize uma pesquisa (na biblioteca ou na internet) se você não mostrar como fazer. Da mesma forma, ao escolher o circo como tema, é preciso encontrar formas eficazes de abordá-lo se não houver trupes na cidade e as crianças nunca tiverem visto um espetáculo circense.
Procurei vários significados ..mas, podemos chegar em em várias conclusões.
1- Avaliar a didática como professor.
2- Saber o nível de aprendizagem do aluno . ( O que realmente ele aprendeu em sala de aula ).
3- Avaliar o cidadão perante aos desafios em durante o seu processo de aprendizagem , preparando-o para o futuro.
4- Avaliar o nível de ensino nacional.
Deixe seu comentário .... e coloque sua opinião sobre a função de uma avaliação escolar ...
Participe.
Obrigado. Prof. Leandro Baia
Mas como não sofrer com esse aspecto tão importante do dia-a-dia? Antes de mais nada, é preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém elementos que melhor se adaptam a cada situação didática. Observar, aplicar provas, solicitar redações e anotar o desempenho dos alunos durante um seminário são apenas alguns dos jeitos de avaliar (veja uma tabela com os instrumentos mais comuns, reunidos pela pedagoga Ilza Martins Sant'Anna e a consultora Heloisa Cerri Ramos). E todos podem ser usados em sala de aula, conforme a intenção do trabalho. Os especialistas, aliás, dizem que o ideal é mesclá-los, adaptando-os não apenas aos objetivos do educador mas também às necessidades (e à realidade) de cada turma.
"A avaliação deve ser encarada como reorientação para uma aprendizagem melhor e para a melhoria do sistema de ensino", resume Mere Abramowicz, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Daí a importância de pensar e planejar muito antes de propor um debate ou um trabalho em grupo. É por isso que, no limite, você pode adotar, por sua conta, modelos próprios de avaliar os estudantes, como explica Mere. "Felizmente, existem educadores que conseguem colocar em prática suas propostas, às vezes até transgredindo uma sistemática tradicional. Em qualquer processo de avaliação da aprendizagem, há um foco no individual e no coletivo.
Mas é preciso levar em consideração que os dois protagonistas são o professor e o aluno - o primeiro tem de identificar exatamente o que quer e o segundo, se colocar como parceiro." É por isso, diz ela, que a negociação adquire importância ainda maior. Em outras palavras, discutir os critérios de avaliação de forma coletiva sempre ajuda a obter resultados melhores para todos. "Cabe ao professor listar os conteúdos realmente importantes, informá-los aos alunos e evitar mudanças sem necessidade", completa Léa Depresbiteris, especialista em Tecnologia Educacional e Psicologia Escolar.
Cipriano Carlos Luckesi, professor de pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, lembra que a boa avaliação envolve três passos:
- Saber o nível atual de desempenho do aluno (etapa também conhecida como diagnóstico);
- Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação);
- Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejar atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).
"Seja pontual ou contínua, a avaliação só faz sentido quando leva ao desenvolvimento do educando", afirma Luckesi. Ou seja, só se deve avaliar aquilo que foi ensinado. Não adianta exigir que um grupo não orientado sobre a apresentação de seminários se saia bem nesse modelo. E é inviável exigir que a garotada realize uma pesquisa (na biblioteca ou na internet) se você não mostrar como fazer. Da mesma forma, ao escolher o circo como tema, é preciso encontrar formas eficazes de abordá-lo se não houver trupes na cidade e as crianças nunca tiverem visto um espetáculo circense.
Mere destaca ainda que a avaliação sempre esteve relacionada com o poder, na medida em que oferece ao professor a possibilidade de controlar a turma. "No modelo tecnicista, que privilegia a atribuição de notas e a classificação dos estudantes, ela é ameaçadora, uma arma. Vira instrumento de poder e dominação, capaz de despertar o medo." O fato, segundo ela, é que muitos educadores viveram esse tipo de experiência ao frequentar a escola e, por isso, alguns têm dificuldade para agir de outra forma.
Para Mere, essa marca negativa da avaliação vem sendo modificada à medida que melhora a formação docente e o professor passa a ver mais sentido em novos modelos. Só assim o fracasso dos jovens deixa de ser encarado como uma deficiência e se torna um desafio para quem não aceita deixar ninguém para trás.
Para Mere, essa marca negativa da avaliação vem sendo modificada à medida que melhora a formação docente e o professor passa a ver mais sentido em novos modelos. Só assim o fracasso dos jovens deixa de ser encarado como uma deficiência e se torna um desafio para quem não aceita deixar ninguém para trás.
Como apresentar os resultados
Observar, anotar, replanejar, envolver todos os alunos nas atividades de classe, fazer uma avaliação precisa e abrangente. E agora, o que fazer com os resultados? Segundo os especialistas, a avaliação interessa a quatro públicos:
- ao aluno, que tem o direito de conhecer o próprio processo de aprendizagem para se empenhar na superação das necessidades;
- aos pais, corresponsáveis pela Educação dos filhos e por parte significativa dos estímulos que eles recebem;
- ao professor, que precisa constantemente avaliar a própria prática de sala de aula;
- à equipe docente, que deve garantir continuidade e coerência no percurso escolar de todos os estudantes.
Cipriano Luckesi diz que, "enquanto é avaliado, o educando expõe sua capacidade de raciocinar". Essa é a razão pela qual todas as atividades avaliadas devem ser devolvidas aos autores com os respectivos comentários. Cuidado, porém, com o uso da caneta vermelha. Especialistas argumentam que ela pode constranger a garotada. Da mesma forma, encher o trabalho de anotações pode significar desrespeito. Tente ser discreto. Faça as considerações à parte ou use lápis, ok?
Observar, anotar, replanejar, envolver todos os alunos nas atividades de classe, fazer uma avaliação precisa e abrangente. E agora, o que fazer com os resultados? Segundo os especialistas, a avaliação interessa a quatro públicos:
- ao aluno, que tem o direito de conhecer o próprio processo de aprendizagem para se empenhar na superação das necessidades;
- aos pais, corresponsáveis pela Educação dos filhos e por parte significativa dos estímulos que eles recebem;
- ao professor, que precisa constantemente avaliar a própria prática de sala de aula;
- à equipe docente, que deve garantir continuidade e coerência no percurso escolar de todos os estudantes.
Cipriano Luckesi diz que, "enquanto é avaliado, o educando expõe sua capacidade de raciocinar". Essa é a razão pela qual todas as atividades avaliadas devem ser devolvidas aos autores com os respectivos comentários. Cuidado, porém, com o uso da caneta vermelha. Especialistas argumentam que ela pode constranger a garotada. Da mesma forma, encher o trabalho de anotações pode significar desrespeito. Tente ser discreto. Faça as considerações à parte ou use lápis, ok?
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Procurei vários significados ..mas, podemos chegar em em várias conclusões.
1- Avaliar a didática como professor.
2- Saber o nível de aprendizagem do aluno . ( O que realmente ele aprendeu em sala de aula ).
3- Avaliar o cidadão perante aos desafios em durante o seu processo de aprendizagem , preparando-o para o futuro.
4- Avaliar o nível de ensino nacional.
Deixe seu comentário .... e coloque sua opinião sobre a função de uma avaliação escolar ...
Participe.
Obrigado. Prof. Leandro Baia
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Exercícios de Números Decimais
Olá, alunos
Alunos do 6º anos ( MATUTINO E VESPERTINO )
Segue uma lista de atividade sobre operações com números decimais e frações decimais.
Bons estudos.
Exercício de Frações Decimais e Números Decimais
Prof. Leandro Baia
Alunos do 6º anos ( MATUTINO E VESPERTINO )
Segue uma lista de atividade sobre operações com números decimais e frações decimais.
Bons estudos.
Exercício de Frações Decimais e Números Decimais
Prof. Leandro Baia
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Números Decimais
Olá, alunos
Segue dois vídeos , sobre números decimais.
Espero que gostem . Logo, colocarei um jogo de número decimal.
Até mais, alunos
Números decimais - Parte 1
Números decimais - Parte 2
Segue dois vídeos , sobre números decimais.
Espero que gostem . Logo, colocarei um jogo de número decimal.
Até mais, alunos
Números decimais - Parte 1
Números decimais - Parte 2
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
CONCEITO DE ÂNGULOS
Público Alvo: Ensino Fundamental II
Nesta aula, você irá saber que o ângulo é o nome dado através da abertura de duas semi-retas, que passam pelo um ponto comum.Saberá para calculá-lo, mede-se a abertura entre os lados, e que a medida utilizado e grau. Aprenderá a manusear um transferidor.
Até mais,
Prof. Leandro Baia
Conceito de Ângulo
Nesta aula, você irá saber que o ângulo é o nome dado através da abertura de duas semi-retas, que passam pelo um ponto comum.Saberá para calculá-lo, mede-se a abertura entre os lados, e que a medida utilizado e grau. Aprenderá a manusear um transferidor.
Até mais,
Prof. Leandro Baia
Conceito de Ângulo
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Fração - Revisão
Público Alvo: Ensino Fundamental I
Frações Operações
Adição de Fração
Subtração de Fração
Multiplicação de Fração
Divisão de Fração
Potenciação de Fração
Frações Operações
Adição de Fração
Subtração de Fração
Multiplicação de Fração
Divisão de Fração
Potenciação de Fração
terça-feira, 28 de setembro de 2010
UMA PAUSA PARA PENSAR: COMO ANDA A SUA DISCIPLINA ?
Vídeo interessante ...
Como anda o seu grau de disciplina ?
Um das principais reclamações nos dias de hoje é falta de tempo de fazer tudo o que gostaríamos e acabamos correndo atrás do que é necessário e o que importa para a nossa vida. Disciplina não é só para estudo mas, também para manter a atitude mental certa, o equilibrio, saber administrar o tempo, descansar na hora de descansar e assim por diante.Liste seus objetivos de curto , médio e longo prazos.
Como anda o seu grau de disciplina ?
Um das principais reclamações nos dias de hoje é falta de tempo de fazer tudo o que gostaríamos e acabamos correndo atrás do que é necessário e o que importa para a nossa vida. Disciplina não é só para estudo mas, também para manter a atitude mental certa, o equilibrio, saber administrar o tempo, descansar na hora de descansar e assim por diante.Liste seus objetivos de curto , médio e longo prazos.
FORMAS GEOMÉTRICAS - SÉRIES INICIAIS
Clique Aqui
Nesse jogo , você escolherá uma das quatro figuras geométricas para iniciar a partida. Após escolhido a figura você irá capturar a figura sugerida.
Bom divertimento,
Prof. Leandro Baia
Nesse jogo , você escolherá uma das quatro figuras geométricas para iniciar a partida. Após escolhido a figura você irá capturar a figura sugerida.
Bom divertimento,
Prof. Leandro Baia
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